domingo, 23 de junho de 2013

# 7 Janeiro de 2010

7 de Janeiro de 2010, data que me permanece na memória passados 3 anos… O tempo passa a correr não acham?! Pareço um doido a falar sozinho com o meu sob consciente, como se ele me ouvisse, como se ele compreende-se aquilo que eu sinto, aquilo me incomoda, aquilo que me dói. Talvez se interroguem, “afinal do que estás tu para ai a falar?”.
Acho que já está mais do que na altura de partilhar isto, recuar ao passado que tanto me magoa e tentar fazer-me compreender. É certo que há perguntas às quais eu ainda hoje tento encontrar uma resposta mas sempre em vão!
Mas vá chega de rodeios…
Tudo começa no dia 7 de Janeiro de 2010, uma quinta-feira fria do típico inverno de Portugal. Frequentava o 10º ano de Artes Visuais, na Escola Secundária de Viriato.
Nessa manhã as aulas começavam com turnos e só entrava às 10h. Tinha decidido ir mais cedo nesse dia para ir à livraria para comprar um livro que do qual não me recorda o nome mas que iria servir para apresentar mais tarde na disciplina de Português.
Eram 9 horas da manhã quando a minha mãe me acordou, como me acordava todas as manhãs, era o meu despertador humano.

Estava eu a tomar o pequeno-almoço, quando ouvi ela chamar por mim. Chego à porta e estava ela ao fundo das escadas pedindo ajuda, dizendo que tinha caído enquanto tratava dos animais (galinhas, coelhos…). Nisto fui logo em seu auxílio, ajudei-a a sentar-se no pequeno sofá que tínhamos na sala de estar.
Ela sentia-se cansada, com dificuldade em respirar, em caminhar… Dias antes tinha ido ao médico expondo a situação e este, por incompetência, limitou-se a receitar mais 2 caixas de comprimidos, passando a tomar 16 comprimidos diários. Comprimidos que serviam para a persistente depressão, que teimava em não desaparecer, e para o problema das costas (hérnia, na qual não podia ser operada pois ficava sujeita a ficar paraplégica).
Cada vez engordava mais, derivado à exagerada medicação que o organismo absorvia, e os médicos continuavam receitando mais medicamentos a cada nova consulta.
E pronto, talvez tenham sido estes últimos comprimidos que foram fatais!
Ela continuava sentada no sofá, com dificuldade em respirar e pediu-me com algum desespero que chama-se a minha irmã Rosa que estava a dormir como o resto da família e que dias depois estariam de regresso à Suíça, ao país que os acolhia.
Assim fiz, acordei-a, com alguma preocupação e desespero, dizendo que a mãe estava mal e ela simplesmente ignorava as minhas palavras…
Nisto voltei à sala e ajudei a minha mãe a ir para o seu quarto e a deitar-se na cama. Repetiu-me as palavras que anteriormente me tinha dito acrescentando apenas que tinha de ir para o hospital porque se permanece-se ali iria morrer. Assustado corri até ao quarto e arranquei quase à força a minha irmã da cama para ir ao auxílio da nossa mãe.
Quando entrou no quarto, a minha mãe respirava com alguma dificuldade e só dizia “Rosa leva-me ao hospital se não eu morro aqui”.
A minha irmã perguntava-lhe o que ela sentia e ela só dizia “Eu vou morrer filha!”
Decidimos assim ligar com máxima urgência ao INEM. Enquanto a minha irmã estava ao lado da minha mãe, tentando perceber o que se passava com ela, eu estava a falar com alguém do INEM tentado perceber o porque de tantas perguntas, que para mim, a maior parte delas não passavam de questões desnecessárias. Mas quem somos nós neste mundo para julgar quem quer que seja?
Quando terminei a chamada voltei para junto delas, a minha mãe encontrava-se sentada ao fundo da sua cama pedindo um copo de água, dizendo que tinha sede, como se soubesse que esse mesmo copo de água seria o último… Aproveitei para enviar uma simples mensagem de texto à minha melhor amiga Stéphanie dizendo “Diz à stôra de desenho que não vou à aula, porque tenho de ir com a minha mãe para o hospital.” Ainda mal sabia eu do que estava para vir…
Entretanto, perdeu as forças caindo para trás, nós ajudamo-la a sentar novamente e começou a espumar da boca e ai começamos a entrar em desespero! As lágrimas começavam a escorrer pelos nossos rostos porque não sabíamos o que fazer. Ela repetia vezes sem conta “Vou morrer, vou morrer…”.
Decidi percorrer a rua, na esperança que o INEM estivesse a chegar mas foi uma espera que parecia não ter um fim à vista. Nisto, passa o meu amigo Hélder que me perguntou o que se passava e eu expliquei-lhe a situação e ele decidiu logo ficar comigo. Passados alguns minutos já se ouvia a ambulância ao longe.
Quando chegaram, percorreram a rua até minha casa na maior das calmas como se nada de grave se tratasse. A minha irmã, à porta em desespero, só lhes pedia “Por favor venham rápido que a minha mãe está a morrer!” com as lágrimas a escorrem-lhe pelo rosto.
Assim que estes viram a gravidade da situação, com a minha mãe inconsciente na cama, chamavam por ela, viram o pulso, tudo o que se possa imaginar.
Reanimação foi a solução… rasgaram-lhe o pijama, deitando-a no chão gelado do quarto e sem se preocuparem com quem poderia estar a assistir aquilo, faziam-no à porta aberta. Parecia um pesadelo que parecia não ter fim! Eu só queria acordar. Queria que tudo aquilo não passa-se disso mesmo, um pesadelo.
Uma hora depois, começava assim o pior de tudo isto…
Declaravam-nos que “A senhora Maria Fernanda de Jesus Pereira Prazeres faleceu”.
Não queria acreditar naquilo que estava a ouvir, era como se a minha vida tivesse chegado ao fim naquele momento, como se tudo à minha volta tivesse desabado!
Desatei a chorar sem fim! Vizinhos, amigos, pessoas desconhecidas começavam a surgir à porta da nossa casa para tentar saber o que se passava, o porquê da ambulância estar ali.
Nisto a melhor amiga da minha mãe Lucinda perguntava o que se tinha passado e a minha irmã respondeu-lhe “Foi a minha mãe Lucinda. A minha mãe morreu”, dizia ela enquanto lhe escorriam as lágrimas pelo rosto.
Eu só queria desaparecer, fugir dali para sempre sem ter de voltar para trás. Naquele momento tinha ali o ombro do meu amigo, amigo esse que não consigo esquecer tudo o que ele foi para mim naquele primeiro impacto.
Nisto decidi ligar à minha outra irmã, Sandra com a qual sempre tive uma ligação mais forte só pelo simples facto de ter passado toda a minha infância ao lado dela. Esta já se encontrava na Suíça. Estaria a trabalhar? Não me lembro… O que interessava naquele momento era contar-lhe o que tinha sucedido, mas com a maior calma do mundo, algo que no momento era completamente impossível.
Quando ela atendeu a minha chamada, soube logo que algo não estava bem, perguntando-me preocupada o que se passava, quase como se me obrigasse a falar.
Senti-me na obrigação de lhe contar, tentando conter as lágrimas respondi “Sandra, a mãe morreu!”. Nisto começo a chorar e ela não queria acreditar e ela dizia “Para de brincar Marco!”. Nem imaginam como desejava que aquilo não passasse de uma estúpida brincadeira! Mas infelizmente era a realidade e assim ela caiu em si, começou a chorar e desligou.
Passado pouco tempo, chegou um GNR que queria levantar o depoimento das testemunhas. Senti-me obrigado a falar, pois naquele dia, no meio de todo aquele terror não queria falar, não queria comer, não queria nada, só queria paz, encontrar algum conforto!
Durante todas aquelas horas que pareciam uma interinidade, entravam e saiam pessoas amigas, conhecidos, vizinhos, familiares. Pessoas essas que, se me perguntarem hoje quem eram não me lembro nem de metade das que por lá passaram.
Lembro-me que quando a levavam para ser autopsiada dentro daqueles sacos de transporte de cadáveres, ouvia a minha tia Rosa aos gritos “Ai que a minha irmã vai ali que parece um porco! Não a deixem ir!”.
Sei que nessa altura o meu pai já estava em casa, pois uns amigos dele foram busca-lo ao trabalho e este ficou completamente em choque. Já ia ficar sem trabalho, e agora tinha de ficar sem mulher.
Lembro-me também de voltar a enviar uma mensagem à minha melhor amiga dizendo “Sté a minha mãe morreu! :’(“.
Ela não queria acreditar no que eu lhe estava a dizer, toda a turma ficou em estado de choque. Mais tarde foram chegando amigos para me apoiarem. Começou por ser a Sarah e a Cindy, mais tarde a minha professora de história com algum dos meus colegas trazendo com eles dedicatórias e lembro-me especialmente de uma frase do Rúben, “Foram as aulas mais silenciosas que tivemos.”, não perguntem o porque desta frase mas foi uma das que me marcou, incluindo também um anjo desenhado pela Marília. Era um anjo que descansava sobre o próprio joelho.
Lembro-me também que à hora de almoço fui com a minha tia Goreti almoçar a casa dela e de seguida buscar a minha prima Daniela. Prima essa com a qual tenho uma forte relação e esta que ainda não sabia do sucedido.
Mensagens, chamadas, foi uma grande massa que invadia o meu telemóvel e ao qual não tinha paciência para ler, para falar.
Lembro-me do abraço forte que recebi da Rita Pereira, talvez tenha sido o abraço mais forte que recebi naquele dia.
Lembro-me da carta de despedida que escrevia pelos cantos da casa… carta essa queria colocar por baixo das mãos da minha mãe quando ela regressa-se para casa.
As horas foram passando, as pessoas amigas e conhecidas iam passando cá por casa… muitas dessas presenças passavam-me ao lado. Sentia-me num mundo só meu, entendem? Talvez não… Encontrei conforto numa pequena vaca de peluche que a minha irmã me tinha oferecido naquele Natal. Algo forte me fazia estar sempre na sua companhia. Fosse onde fosse, a vaca ia atrás. A Rita Morgado, uma das minhas grandes amigas naquela altura esteve lá ao meu lado como ninguém. Algo que ainda hoje me recordo como se tivesse sido ontem… eu sentado no pequeno sofá verde, agarrado à vaca, cansado de chorar, farto de tudo o que estava a viver naquele momento quando entra ela no salão onde estava toda a gente reunida.
Abracei-a, chorei no seu ombro… senti assim por momentos um alívio, um pequeno momento de conforto!
E assim chegou a sexta-feira, mais um dia sem cor, sem um único sentimento positivo. Sentia-me rodeado de tristeza, uma escuridão… começava assim a sentir um vazio no coração.
Foi nesse dia que a minha mãe chegava a casa mas, agora de forma diferente… vinha numa caixa de madeira estranha, feia e com um cheiro horrível. Assim que ouvi pessoas a chorar, percebi logo que era ela que estava de volta. Queria muito ir vê-la deitada no seu descanso interno, naquele sono profundo.
Faltavam-me as forças para andar. Assim com o apoio da minha tia Goreti, uma pessoa pela qual tenho grande consideração, fomos aparados um ao outro ao encontro da minha querida mãe.
Quando vi o seu rosto pálido, quando senti as suas mãos geladas só queria sair dali. Sentia que aquele não sítio para eu estar.
Lembro-me perfeitamente que a minha prima Daniela esteve sempre ali como sempre esteve presente na minha vida mas agora mais que nunca!
Neste momento não me recordo mas… lembro-me do momento em que senti um aperto no peito, como se o meu coração se estivesse a desfazer em mil pedaços.
A minha irmã acompanhou-me ao hospital onde quando a médica me estava a observar perguntou o que se passava e foi nesse instante que desatei a chorar sem conseguir dizer uma única palavra. Uma palavra tão difícil naquele momento, como “morte”. Palavra essa que para muitos com um significado de medo, escuridão. Naquele momento não encontrava palavras para descrever o que sentia realmente. Eu sentia-me desesperado, só queria acordar daquele pesadelo que para mim já tinha ido longe de mais há muito tempo.
E assim chegou sábado, o grande dia, o dia da derradeira separação para todo o sempre.
Naquela noite tinha dormido mal, mas também em todos aqueles dias qual deles foi o que consegui dormir decentemente? Nenhum! Era impossível dormir quando sentia que estava a sonhar acordado.
O funeral estava marcado para as 10h da manhã daquele mesmo dia.
Por volta das 9h, começavam a chegar aos poucos as pessoas que iriam dizer o seu último adeus.
Foi nesse dia que vi amigos que nunca pensei que pudessem estar presentes. Foi nesse dia que recebi miminhos e um anjo, que guardo com muito amor e carinho da minha professora de inglês do 9ºano Maria Soares.
Outras pessoas foram aparecendo como Sara Cardoso, Inês Sousa, Paulo Santos, Sarah Ferreira… e muitos dos nomes dos quais neste momento não me recordo como podem compreender.
Estava na hora de irmos para a igreja. Tinha combinado com os meus irmãos que seriamos os 4 as levar a urna até à carrinha funerária mas, eu não tinha forças, mal me segurava de pé.
Queriam que eu ficasse em casa, como se isso fosse possível! Era a minha mãe que ali ia, tinha de me despedir dela, nem que fosse a última coisa que eu fizesse nesta vida.
Quando cheguei ao fim da rua encontrei outros amigos da escola como Daniela Costa, Isabel Vale, Regina Teixeira, a minha melhor amiga Stéphanie Ferreira, Sara Gomes…
Assim que chegamos à igreja o tempo parecia que voava! Lembro-me que a Sara Cardoso ficou comigo dentro da igreja, não conseguia parar de chorar e ai a mãe da minha amiga Catarina Ferreira, que tinha sofrido de uma doença terrível me disse “Oh Marco! Não chores que amanhã pode ser a minha Catarina!” enquanto lhe caiam as lágrimas.
Após a cerimónia, se assim o podemos chamar chegou o momento da verdadeira despedida.
Lembro-me do momento em que fecharam o caixão (palavra feia) e iniciaram assim o percurso para o último adeus como se costuma dizer.
Já no cemitério lembro-me de ver a minha amiga Joana Pereira a observar, todo aquele cenário um pouco afastada de tudo e de todos.
Enquanto o caixão era aberto, lembro-me de o meu amigo António Custódio e Rita Pereira me apararem nesta última despedida.
Estava prestes a dizer adeus à minha querida mãe para todo sempre… Foi neste dia que, pela primeira vez, lhe consegui tocar no rosto e assim dar-lhe o meu último beijo, o meu último carinho, a minha última despedida.
Tinha chegado assim ao fim o meu mundo! Naquele momento começava-me a sentir sozinho, desamparado… Era ali que a minha protecção e carinho maternal tinham chegado ao fim…
E assim, enquanto todos os familiares e amigos se despediam dela, era descida para aquele buraco fundo e frio para o seu descanso interno ao lado da minha avó Maria José, já falecida.
O vazio que eu sentia dentro de mim, ia aumentando de dia para dia… estive uma semana inteira sem vontade para nada. Sem vontade para comer, para rir, para ir à escola, para falar… só queria estar sozinho, no meu canto.
Os dias foram passando e as coisas começavam a voltar ao seu estado normal.
Voltei à escola onde fui recebido de uma forma bastante calorosa por sinal. Lembro-me das palavras da minha amiga Rita juntamente com o seu abraço no início da aula de Geometria Descritiva “É bom ter-te de volta!” As suas palavras deram-me algum conforto, mas que mais tarde foi quebrado e que ia sendo quebrado ao longo dos dias… Quando passava na rua por alguém conhecido viravam-se para mim e diziam-me “Tens de ter força e coragem!” eram palavras que me revoltavam! Eu sei que era com a melhor das intenções mas preferia que não me dissessem nada! Seria assim tão difícil?!
Havia alturas em que chegava a casa e enfiava-me no quarto a chorar porque já não aguentava ouvir tais palavras! Outras vezes chegava mesmo a discutir com o meu pai sobre tudo isto….
As idas ao cemitério eram e que ainda são algo que evito ao máximo, pois lá não vejo nada mais do que um simples monte de terra. Não sinto vida naquele, lugar, não sinto quaisquer energias, nada! Não passa de mais um vazio.
Há quem não aceite esta minha decisão mas como a DP diz, “Cada um faz o seu luto como pretende.” Esta foi a escolha que eu fiz e que muita gente que não o consegue entender!
A minha mãe para mim está viva dentro de mim, no meu coração! Sei que não a sinto mas sei que ela está aqui como sempre esteve mas agora de uma forma diferente.
Hoje em dia dou por mim a cair na realidade que ela morreu… realidade essa com a qual eu não consigo lidar! Tenho medo do que o futuro me possa reservar em relação a todo este sentimento que me irá acompanhar para o resto da minha vida.
Quando me pedem para relembrar os bons momentos que passei com ela, parecendo que não é algo muito difícil! Só me vem à memória o dia em que tudo aconteceu…
Sinto que isto é um pesadelo que nunca mais tem um fim à vista!
Cada Natal, cada aniversário que passa, lembro-me sempre dela, o que torna a festa diferente.
Admito que sempre tivemos as nossas divergências e que havia muito que eu lhe queria ter dito mas que infelizmente não houve tempo para tal, mesmo já ela sabendo tudo aquilo que eu lhe queria dizer.
Eramos o porto de abrigo para ambos. Era nela que eu confiava os meus segredos mais profundos... era nela que eu me sentia protegido do mundo!
Julguei muitas vezes Deus pelo que Ele me tinha feito. Critiquei-o fortemente, deixei de acreditar nele, passei a odiá-lo!
De nada valia a pena mas… era assim que me sentia! Para mim Ele tinha-me desiludido profundamente.
Foi graças ao livro que ainda hoje não terminei de ler e que recomendo e irei recomendar a muita gente “A Cabana”. Trata-se de um livro que conta a história de um homem que passa de uma forma parecida com aquilo que eu passei… e é nesse livro que esse homem tem uma conversa com Deus e assim aprende a ver tudo o que se passa neste mundo diferente.
Foi esse livro que me fez voltar a acreditar em Deus, pedir perdão por o ter julgado…
Hoje sou uma pessoa feliz, não o digo a 100% porque ninguém o é!
Mas sinto-me bem tenho bons amigos de quem gosto muito e que me têm ajudado muito nesta nova fase da minha vida.
É com eles que tenho aprendido muito sobre a vida, pois esta não passa de um sistema de aprendizagem no qual não há idade para aprender.
Sinto saudades e cada vez mais irei sentir foram 17 anos ao lado dela!
Mas como a minha amiga Cristina Martinho diz "Saudade fica é porque existiram bons momentos”.
O futuro a Deus pertence. Por isso sê feliz!

23 de Junho de 2013

 Marco Santos



Mesmo que tivesse nas minhas mãos todo o perfume das rosas, toda a beleza do céu, toda a pureza dos anjos, toda a inocência das crianças, toda a grandeza do mar, toda a força das ondas, mesmo que eu tivesse todas as coisas belas da vida e todos os belos lugares do mundo nada faria sentido se eu não tivesse o presente mais valioso, mais nobre e mais sagrado que Deus pode me dar... O teu amor!!! Eu só tenho que agradecer por teres existido na minha vida e permaneceres no meu coração! AMO-TE PARA SEMPRE!!! ♥


1 comentário:

  1. Sua partida deixou uma eterna saudade
    Saudade de sua presença ao nosso lado
    Momentos de felicidade que passamos

    A despedida foi repentina e sem volta
    Hoje você esta na companhia de Deus
    E vive em nossas lembranças com amor

    A saudade maltrata, pois sua falta dói
    Apesar dessa falta sei que estas bem
    Sei que você alcançou a paz eterna

    Um dia nos encontraremos novamente e
    Essa saudade que hoje me faz chorar
    No momento desse reencontro sei
    Que nossas almas serão pura felicidade.

    Gabriel Cortez
    25.09.2013

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